Perigosa e mortal: mais de 1000 estudos científicos referenciando lesões e mortes por vacinas Covid – Instituto Rothbard

https://rothbardbrasil.com/perigosa-e-mortal-mais-de-1000-estudos-cientificos-referenciando-lesoes-e-mortes-por-vacinas-covid/

você encontra no link abaixo mais de mil estudos científicos e artigos que discutem reações adversas às vacinas Covid-19.

Covid Vaccine Scientific Proof Lethal

Para Todos os estudos são de autoria de cientistas e profissionais médicos. Todos eles apareceram em revistas e publicações científicas e médicas. A maioria deles foi revisada por pares. Todos eles apresentam trabalhos sérios de pesquisadores sérios.
Algumas das reações adversas pós-vacina que esses estudos descrevem incluem:

Hemorragia cerebral fatal

Trombose venosa

Púrpura trombocitopênica imune

Miocardite

Pericardite

Miopericardite

Morte

A síndrome de Guillain-Barré

Tromboembolismo venoso agudo

Linfadenopatia

Trombose aguda da árvore coronária

Trombose do seio venoso cerebral

Trombose da veia porta

Linfoma de células T

Afasia

Anafilaxia

Cardiomiopatia

Trombofilia

Esta é apenas uma lista parcial de males vacinais.
Aqui estão alguns dos títulos dos estudos:

Trombocitopenia trombótica imune induzida por vacina com coagulação intravascular disseminada e morte após vacinação com ChAdOx1 nCoV-19

Tratamento da trombose da veia cerebral e esplâncnica associada à trombocitopenia em indivíduos previamente vacinados com Vaxzevria (AstraZeneca)

Trombose e trombocitopenia induzidas pela vacina Covid-19: um comentário sobre um dilema clínico importante e prático

Os papéis das plaquetas na coagulopatia associada ao COVID-19 e na trombocitopenia imune trombótica imune induzida por vacina

Raízes da autoimunidade de eventos trombóticos após a vacinação COVID-19

Trombose do seio venoso cerebral após vacinação

Trombocitopenia imune trombótica induzida pela vacina SARS-CoV-2

Achados post-mortem na trombocitopenia trombótica induzida por vacina

Miocardite aguda sintomática em sete adolescentes após vacinação Pfizer-BioNTech COVID-19

Afasia sete dias após a segunda dose de uma vacina SARS-CoV-2 baseada em mRNA

Comparação de episódios trombóticos induzidos por vacina entre as vacinas ChAdOx1 nCoV-19 e Ad26.COV.2.S

Coágulos sanguíneos e episódios de sangramento após a vacinação com BNT162b2 e ChAdOx1 nCoV-19

Miocardite e pericardite após vacinação com mRNA de COVID-19: considerações práticas para profissionais de saúde

À luz disso, como alguém pode afirmar com uma cara séria que as vacinas Covid-19 são completamente seguras? Qualquer um que lhe diga que essas vacinas são “completamente seguras” está mentindo descaradamente.
Seja lá o que forem, essas vacinas definitivamente não são seguras. Podemos ver isso muito claramente a partir da explosão de relatos de morte no Vaccine Adverse Event Reporting System (VAERS), que coincidiu com a introdução das injeções de Covid no final de 2020.


Estimou-se conservadoramente que pelo menos 150.000 americanos morreram como resultado das injeções COVID. O número verdadeiro está provavelmente mais próximo de 300.000.
É totalmente incompreensível que eles continuem injetando essas substâncias em crianças saudáveis. É bem sabido que crianças saudáveis têm risco virtualmente zero de Covid grave e, como tal, não precisam de vacina contra Covid, especialmente porque as vacinas não podem prevenir a infecção ou transmissão.
Por que alguém injetaria crianças saudáveis que não precisam de inoculação contra essa doença com medicamentos tão inseguros? É realmente trágico que muitas crianças já tenham morrido por essa ideia desequilibrada. Você pode assistir alguns depoimentos de seus pais aqui.
Há claramente algo profundamente errado e imoral com todo esse empreendimento de vacinação.
Pedimos que você leia atentamente a lista de estudos científicos que discutem os efeitos colaterais mortais das vacinas Covid para que você tenha uma ideia da natureza altamente perigosa dessas ditas vacinas.

De tudo que já foi dito sobre os riscos da vacina Pfizer, em especial para crianças, você ainda não viu nada. Assista a “Audiência pública do Ministério da Saúde – Dr. José Augusto Nasser”


Quem 6 o Dr. Jose Augusto Nasser7
1- Possui graduação em Medicina pela Universidade Federal Fluminense (1 988), mestrado em Medicina
(Neurocirurgia) pela Universidade Federal de São Paulo (1998) e doutorado em Ciências pela Universidade Federal de Sio Paulo (2005).
2- Professor e Orientador do Curso de Pós-Graduação em Neurociências da PUC -RIO, Professor Afinado da Columbia University Nova lorque EUA.
3- Orientador e Membro do Corpo Docente da Pós-graduação Doutorado e Mestrado do INTO-RJ.
4- Atualmente é responsável pelo Serviço de
NeuromodulaQao do INTO e faz parte do grupo de Reconstrução Crânio Facial do INTO_RJ.
5- Tem experiência na área de Medicina, com ênfase em Neurocirurgia, atuando principalmente nos seguintes temas: NEUROCIRURGIA, Tumores Cerebrais
e Medulares, Hidrocefalia, DOR, Coluna, DBS , doença de parkinson, estimulação cerebral profunda, TOC e Neuromodulacão.

Nova revelação do general Carvajal e Lula de “cabelo em pé”: Tudo pode acontecer…

Em entrevista à TV JCO a vereadora gaúcha Mariana Lescano cobrou ética dos jornalistas brasileiros, que fingem não ver o grande caso do ex-general venezuelano, Hugo “El Pollo” Carvajal, delator preso na Espanha e que a qualquer minuto pode ser extraditado para os Estados Unidos, onde deverá dar detalhes sobre ‘os esquemas’ entre a ditadura de Maduro e os governos petistas:



“A imprensa não fala, não informa porque não quer que as pessoas saibam e, principalmente, mostrar que não é somente aqui no Brasil que esse grupo aí do PT, da esquerda, está envolvido em crimes.
Isso vai muito além das nossas fronteiras.
E eles estão ligados ao que há de pior, os criminosos.”
Ao que parece, Lula não apenas deve estar perdendo o sono com as revelações de Carvajal, como já deve pensar em como se livrar de mais uma saraivada de graves acusações, desta vez vindas de fora do país e, muito provavelmente, com provas robustas.

Será que ‘os ativistas judiciais’ terão coragem de interferir e ‘salvar a pele do ex-condenado’, de novo?

Confira:

Quarta dose da vacina da COVID-19 não impede infecção pela Ômicron, afirma estudo israelense | Zachary Stieber | Pfizer | variante Ômicron | Epoch Times em Português

https://m.epochtimes.com.br/quarta-dose-da-vacina-da-covid-19-nao-impede-infeccao-pela-omicron-afirma-estudo-israelense/

Uma segunda dose de reforço da vacina Pfizer contra a COVID-19 induz anticorpos mas provavelmente não em um nível alto o suficiente para proteger contra a infecção da variante Ômicron do vírus, afirmaram pesquisadores israelenses na segunda-feira.

O Sheba Medical Center está estudando 150 profissionais da saúde que receberam um segundo reforço, ou uma quarta dose.

“Duas semanas após a administração da quarta vacina, vemos um bom aumento nos anticorpos, maior do que após a terceira dose, mas não alto o suficiente contra a Ômicron”, declarou o pesquisador principal, Prof. Gili Regev-Yochay, a repórteres em um briefing online.

A Ômicron é uma variante do vírus do PCC (Partido Comunista Chinês), que causa a COVID-19.

A Ômicron provou ser melhor em evitar anticorpos induzidos pelas vacinas contra a COVID-19 do que as cepas anteriores e infectou milhões de pessoas vacinadas em todo o mundo nas últimas semanas, desencadeando um esforço renovado para aumentar as doses de reforço nas pessoas.

Israel, um dos países mais vacinados do mundo, viu as taxas de casos dispararem após o surgimento da Ômicron.

Os primeiros dados indicaram que o primeiro reforço restaurou parte da proteção perdida contra a infecção, mas que a proteção caiu novamente após apenas algumas semanas. Resultados semelhantes chegaram para o segundo reforço, de acordo com resultados preliminares do estudo Sheba, que ainda não foi publicado.

“Vemos um aumento de anticorpos, maior do que após a terceira dose. No entanto, vemos muitos infectados com a Ômicron que receberam a quarta dose. Reconhecidamente, um pouco menos do que no grupo de controle, mas ainda muitas infecções”, afirmou Regev-Yochay a repórteres.

Enquanto a vacina protegeu bem contra as variantes Alpha e Delta, “para a Ômicron não é boa o suficiente”, acrescentou ela.

A Pfizer não retornou imediatamente uma consulta de informações.

No início deste mês, Israel começou a oferecer uma quarta dose da vacina da Pfizer para idosos e profissionais da saúde, apesar de poucos dados sobre como um segundo reforço afetaria os receptores.

Naftali Bennett, primeiro-ministro de Israel, havia divulgado resultados preliminares anteriores do estudo Sheba, que mostrou um alto nível de anticorpos uma semana após os trabalhadores receberem uma quarta dose.

“Temos novidades, grandes novidades. Uma semana após a quarta dose, sabemos com alto grau de certeza que a quarta dose é segura. Essa é a primeira notícia. A segunda notícia, sabemos que uma semana após a administração da quarta dose, vemos um aumento de cinco vezes no número de anticorpos na pessoa vacinada. Isso provavelmente significa um aumento significativo na proteção”, declarou ele a repórteres no centro médico no dia 4 de janeiro.

Outros países também começaram a oferecer a quarta dose para certas populações, incluindo Dinamarca e Estados Unidos.

Regev-Yochay afirmou que a medida para oferecer um segundo reforço para populações vulneráveis “provavelmente está correta”, acrescentando que “pode trazer um pouco de benefício, mas provavelmente não o suficiente para apoiar a decisão de dar a toda a população”.