E-commerce? Isso é coisa dos anos 90

– só no Brasil, aumentou 40% no último ano. Virou um fenômeno tão extenso que já está se dividindo em subgrupos. No fundo, é tudo o mesmo comércio eletrônico. Mas cada nova letrinha para substituir o “e”, do e-commerce, significa um meio específico – e uma estratégia diferente:

m-commerce
(de mobile)

Você está na sala de espera do dentista e pega o smartphone ou o tablet: vai ver notícias, jogar ou… comprar uma geladeira. Neste caso, a interface tem de ser simples, adequada a um aparelho pequeno.

s-commerce
(de social)
Ler muitos posts no Facebook, no Twitter e no Google+ pode provocar ansiedade, dizem os psicólogos. E para tratar ansiedade, nada como comprar algo. A interface, é claro, tem de ser simpática.

t-commerce
(de tablet ou de TV)
O “t” pode se referir às vendas pelo tablet ou pela TV. O que muda é só o tamanho da tela. Este subgrupo tem de levar em conta que a navegação é via controle remoto, com poucos recursos.

l-commerce
(de location)
Não pense que você circula incógnito. Existe um tipo de comércio que usa a tecnologia de localização, por antena celular ou GPS, para mandar ofertas nos arredores. A regra aqui é ser rápido e sucinto.

f-commerce
(de facebook)
É igualzinho ao s-commerce, mas quem tem mais de 750 milhões de usuários no mundo não merece uma definição própria?

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