O código da liderança

David Ulrich:

A maior autoridade em gestão de recursos humanos do mundo engaja congressistas a aplicarem em seus negócios todos os conceitos passados nos três dias de palestras da Expo Management 2010. Confira!

“Vim aqui especialmente dizer aos senhores sobre toda a diferença que existe entre ser um ótimo líder e promover a liderança”, diz David Ulrich professor de Management na Ross School of Business da universidade de Michigan e autor de mais de 100 artigos e 15 best-sellers sobre liderança e gestão estratégica de pessoas no último dia da Expo Management 2010.

Com o auditório cheio, o palestrante parabenizou os congressistas pela busca de informação e sugeriu que cada um dos participantes aproveitem todo o conhecimento adquirido nas palestras promovidas pela HSM para repensar os negócios de suas empresas.

Ele citou como os conceitos de cocriação e marketing 3.0 mencionados por Philip Kotler, os estágios de declínio apresentados por Jim Collins e sobre como o modelo proposto por Vijay Govindarajan de conceber estratégias para o futuro estão entrelaçados à figura do líder e são ferramentas poderosas para se criar a liderança nas organizações.

O ponto de partida pode ser repensar as diferenças entre ser líder e promover ambientes de liderança. Para isso, torna-se fundamental entender quais são os códigos e elementos de liderança presentes no papel do líder enquanto desenvolvedor de capital humano, estrategista, gestor de talentos, executor e profissional capacitado. “Todos nós temos uma pré-disposição para uma ou outra competência, mas para promover um ambiente de liderança é preciso desenvolver todas elas”, diz Ulrich.

As etapas que criam a marca e identidade de liderança em uma organização estão atreladas à habilidade do líder em expressar esta nova prática, expondo aos players a necessidade do modelo que está sendo proposto. Depois, é preciso realizar a avaliação e capacitação dos líderes atuais, realizando um investimento e a mensuração das mudanças, além de conscientizar as pessoas sobre a criação desta nova marca. “A marca da liderança significa transformar as expectativas dos clientes e investidores em ações dos funcionários por meio de comportamentos de liderança.”

Para se criar esta nova marca e ambiente com liderança, o professor atenta para o fato de que os líderes devem estar focados no próximo, sempre se perguntando ‘como posso ser um líder melhor?’ e propõe que cada um dos congressistas presentes se perguntem:

• Eu tenho uma marca pessoal de liderança?

• Eu preservo recursos físicos?

• Eu desenvolvo minha agilidade intelectual?

• Eu crio reservas emocionais?

• Eu construo redes sociais?

• Eu tenho fundamentos éticos?

No entanto, Ulrich alerta que um líder dá mais do que recebe e, por isso, deve oferecer atitudes éticas e estratégia que visa o crescimento saudável da empresa. “O líder vive em um display e todas as ações tomadas por ele são percebidas pelos seus liderados”.

Ele conta que certa vez em um treinamento desafiou os presentes desabotoando seu paletó. “No dia que chegava com ele abotoado, todos fechavam os seus e no outro dia quando o mantive aberto, todos também desabotoaram os seus. Até que um dos alunos veio me perguntar qual modo era o correto”.

Ao fim de sua palestra, David Ulrich questiona os congressistas sobre como eles irão aplicar o conhecimento adquirido nesses três dias de evento e ressalta: “O desafio de todo o treinamento é que ele não se transforme em uma atividade turística. Então, comece se perguntando: como as histórias e experiências vividas aqui vão mudar suas atividades?”, conclui o professor.

por adrianobombeirodf Postado em Gestão

O legado do chefe tóxico

Os efeitos nocivos permanecem até muito depois de ele ir embora

Por Álvaro Oppermann

É comum dizer que um mau chefe leva a empresa a ter baixa satisfação profissional, clima nervoso no escritório e alta rotatividade na equipe. Já são efeitos ruins à beça, mas ainda tem mais. Segundo o psicólogo Christian N. Thoroughgood, da Universidade da Pensilvânia, os efeitos negativos do mau chefe são muito mais sutis e profundos. No artigo Bad apples, bad barrels and broken followers? (“Maçãs podres, barris podres e seguidores quebrados?”), publicado no Journal of Business Ethics, Thoroughgood afirma que o chefe tóxico é produto de um ambiente que reúne funcionários emocionalmente suscetíveis e um ambiente corporativo contaminado. “O chefe ruim precisa de

A difusão de meias verdades e falsas controvérsias

A ciência da ignorância

A difusão de meias verdades e falsas controvérsias

Nelson Blecher

Agnotologia. Significado: política da construção da ignorância. Esse foi o termo cunhado pelo historiador americano Robert Proctor, recentemente explicado por ele em um seminário na Alemanha. Para estudiosos, o tema se tornou prioritário devido ao potencial da web para difundir falsas polêmicas científicas. Proctor pesquisou, em milhares de livros digitalizados pelo Google, a expressão “jovens adultos fumantes”. Descobriu que ela não era mencionada antes de a indústria do tabaco a ter recomendado em um memorando, em 1975, no lugar de “jovens fumantes”, para enfatizar que eram pessoas responsáveis por suas escolhas. Fazia parte da política de usar estudos duvidosos para se defender das acusações de que seu produto fazia mal à saúde. Para Proctor, a indústria tabagista aperfeiçoou e exportou para dezenas de outros setores as técnicas de manipulação. Um exemplo recente foi o financiamento, por parte do setor de energia, de pesquisas que visavam a desconstruir a ideia de uma responsabilidade humana no aquecimento global.

10 atitudes para ganhar horas no trabalho (e fora dele)

Chegue mais cedo e não fique até mais tarde. Para a maioria, o ritmo do corpo fica mais alerta entre 8 e 9h. Chegue uma hora mais cedo e você fará o equivalente a duas horas de trabalho pós-seis da tarde. ANNE CORSTORPHINE, COACH PROFISSIONAL BRITÂNICA

Estabeleça prazos menores. Atribuindo um menor número de horas para fazer um trabalho, você se torna mais estratégico e mais rápido. DAVIDALLEN.AUTORDEA ARTE DE FAZER ACONTECER (EDITORA CAMPUS, 224 PÁGS.)

Ataque de cara o problema. Reserve uma hora de seu tempo todas as manhãs, quando a energia está a mil, para se debruçar sobre as questões mais difíceis. JEFFREY MAYER

Respeite os seus limites (e os dos outros). Antes de se envolver em um projeto, pergunte-se se a responsabilidade é de outra pessoa. Se for, você poderá poupar até duas horas por dia. PAULGLEN

Saiba dizer não. Não adianta dizer sim sempre e ficar reclamando depois. Um bom profissional também pode dizer que não tem condições de fazer algo. Evite sobrecarregar sua agenda com prioridades dos outros. CHRISTIAN BARBOSA

Aproveite a vida lá fora. Crie um compromisso repetido na sua agenda que inicie na hora que deseja sair do trabalho com o seguinte título: "A vida acontece lá fora". Tem que ser uma atividade de que gosta muito. E, sempre que possível, varie. CHRISTIAN BARBOSA

Fique em casa. Se o seu tipo de trabalho permitir, fique um dia por semana em casa para se dedicar àquelas tarefas que exigem mais concentração. O tempo economizado no trânsito será precioso. ESTUDO DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DAPENSILVÂNIA(EUA)

Elimine as multitarefas. Concentre-se em uma tarefa de cada vez. Fazendo várias coisas ao mesmo tempo, você tende a se dispersar e perder mais tempo. NEIL PATEL, ANALISTA DE EMPRESAS AMERICANO

Almoce um pouco mais tarde. A maioria das pessoas tem sua fase mais produtiva na primeira metade do dia, então deixe para interromper esse período mais tarde. PAULGLEN

Junte-se aos feras. Identifique os mais produtivos entre seus colegas e trabalhe em parceria com eles para tornar o trabalho mais eficiente. ESTUDO DA UNIVERSIDADE DE EINDHOVEN (HOLANDA)

por adrianobombeirodf Postado em Gestão

O homem-massa como burocrata

Escrito por Leonardo Bruno | 29 Outubro 2011

Artigos – Cultura

Não é por acaso que, no vácuo de princípios intelectuais e morais genuínos, a burocracia alemã aderiu fielmente à ideologia nacional-socialista. Uma sociedade tradicionalmente servil ao Estado acabou encarnando uma ideologia perversa, pela isenção filosófica e moral e pelo culto da técnica.

Quando o ex-oficial nazista Adolf Eichmann foi capturado na Argentina por agentes do Mossad, o serviço secreto israelense, uma boa parte da opinião pensante achou que encontraria um monstro frio e diabólico. Sentiram-se frustrados. Se ele não fosse o responsável pelo massacre de judeus no Leste Europeu, qualquer pessoa veria no sujeito um burocrata mediano, uma criatura medíocre, que causaria indiferença, enfurnado em uma mesa de repartição pública. De fato, o mesmo se pôde esperar do capitão SS Rudolf Hoess, o chefão todo poderoso do campo de concentração de Auschwitz-Birkenau.

Em suas cartas e escritos, o sanguinário burocrata fala de seu emprego como um empreendimento maçante, estressante, menos cruel. Não havia remorso no que fazia, nem mesmo uma citação de clemência para suas vítimas. Ademais, ao lado de um dos maiores genocídios da história, o “respeitável” burocrata Hoess voltava em mais um dia de trabalho, beijava seus filhos e sua mulher, passeava pelos campos e parecia dormir calmamente. Jogar zyklon B nos judeus e cremá-los era um expediente tão estressante quanto marcar com carimbo uma boa papelada. Era, em suma, um ato impessoal. Como um burocrata, achava que fazia um bom serviço e tinha senso de dever. Tão assustador quanto o aspecto moral criminoso desses homens, era sua particular obsessão pela técnica, pela eficiência burocrática. Não havia contradição neles em beijar seus parentes e massacrar centenas de milhares de famílias judias inteiras. Eles poderiam ser o nosso vizinho ao lado, o sonolento funcionário que encontramos em uma mesa de escritório, ou mesmo um amigo de trabalho em uma festa de fim de semana.

Aí volto à questão do “senhorito arrogante”, do homem-massa do livro de Ortega y Gasset, “A Rebelião das Massas”. Alguns sujeitos ficaram escandalizados com as críticas que fiz a respeito da legião de bacharéis tecnocratas que hoje em dia são jogados pelas universidades brasileiras. Em particular, referia-me às faculdades de direito, onde os novos reizinhos querem moldar a sociedade pelo horizonte limitado de suas concepções meramente técnicas ou burocráticas. Há, no entanto, um vazio moral e filosófico perigoso na nova cepa de bacharéis. Eles não conseguem refletir em termos morais ou intelectuais genuínos, porém, em meras projeções sistêmicas e academicistas. Ou mais, crêem que as leis são um fim em si mesmo, tal qual a doutrina disseminada pelos juristas.

E existe algo bem pior: alguns se acham, inclusive, acima das leis. Sinceramente, o direito achado na academia dá náusea. É uma mera discussão de burocratas carreiristas por cargos públicos.

Aliás, a filosofia e história do direito, atualmente, são mal vistas. Na verdade, o que se convém chamar “filosofia do direito”, com algumas exceções, é mera discussão de grupos militantes, é mera ideologia. A erudição intelectual é algo virtualmente extinta nas universidades: o que há, de fato, é um proletariado cultural que destrói o conhecimento e o transforma em mera instrumentalização da retórica política. A sabedoria contemplativa, um bem precioso que existia até a época medieval, é um ser maldito nos tempos modernos. A meditação é inútil. O negócio mesmo é modificar o mundo sem entendê-lo. Ou instrumentalizar a técnica como uma interpretação gnóstica ou uma revelação divina do mundo.

Daí a existência de uma penca de juristas, promotores, juízes e advogados exigindo cada vez mais intervenção governamental na vida privada, em nome de “corrigir” ou “transformar” a sociedade, dentro de um voluntarismo pseudomoralizante. São os ativistas profissionais. O excesso de regulamentação que exigem do Congresso Nacional é o alargamento da “técnica” deles. Quando mais burocracia e leis, melhor para eles. Acabam controlando mais… é o mundo moldado pela tecnocracia jurídica.

É claro que em nosso país, essa obsessão por papeladas, por status burocrático e por títulos honoríficos de doutores não é de hoje. O culto da aparência intelectual formal, em detrimento do conteúdo essencial, é uma regra que existe desde que o romancista Lima Barreto escreveu uma sátira aos doutores, no famoso livro “Pais dos Bruzundangas”, no inicio do século XX. No entanto, algumas mazelas parecem se acentuar. O fenômeno da busca desenfreada do concurso público, dado um exemplo, constitui uma anomalia intelectual, social e econômica. É uma anomalia intelectual, pois o direcionamento do que se julga conhecer e desenvolver como “sabedoria” em universidades é meramente uma expressão técnica e formal do Estado. É uma anomalia social, pois constitui um agigantamento do Estado e uma diminuição de força política da sociedade civil privada. E é uma anomalia econômica, precisamente porque o Estado, que jamais foi produtor de riquezas, cada vez mais se apropria destas em favor de uma classe ociosa e inútil.

E há outro aspecto, que é mais grave: a mera instrumentalização da técnica e da retórica implica uma isenção moral dessa classe burocrática que hoje atua. Não me chocaria nem um pouco o porquê de existirem pessoas como Eichmamm ou Hoess no século XX. O burocrata frio que considera seu trabalho deportar populações inteiras a um campo de concentração, apenas no poder do carimbo, tem as mesmíssimas propensões da burocracia voluntariosa que ascende ao poder em nosso país e em alguns lugares do mundo. É uma classe de pessoas extremamente obediente, voluntariosa, corporativista e defensora de seus cargos de carreira. Entretanto, não são morais, no sentido tal como entendemos. Pelo contrário, a falta de um suporte intelectual e moral é ocupada pela técnica e preenchida pela ideologia. A adesão de uma boa parte da burocracia brasileira ao socialismo não é mera coincidência. É uma defesa férrea e apaixonada de um cadinho de poder pelo puro ativismo. A estatolatria se torna, por assim dizer, um “direito natural” do funcionário público.

A burocracia nazista, em parte, herdou a velha tradição prussiana, que via a sociedade como uma expressão técnica e extensiva do Estado. O Estado alemão tinha algo muito mais severo: era uma burocracia militarizada. Os funcionários públicos alemães usavam farda e compunham um exército. A disciplina militar obrigava ao funcionalismo ser obediente, em troca de favores e ascensão aos cargos públicos. E o sonho de cada prussiano médio era usar um uniforme e compor as fileiras do governo. Havia no povo alemão uma espécie de reverência quase religiosa pelos burocratas. Tal como engrenagens de um corpo sistêmico, a obediência estrita era lei. Não é por acaso que, no vácuo de princípios intelectuais e morais genuínos, a burocracia alemã aderiu fielmente à ideologia nacional-socialista. Uma sociedade tradicionalmente servil ao Estado acabou encarnando uma ideologia perversa, pela isenção filosófica e moral e pelo culto da técnica. Ou pelo favoritismo pessoal ativista.

O que o burocrata alemão médio perderia com o nazismo? Uma ideologia que diviniza o governo não somente o promove, como cria uma enormidade de prerrogativas e poderes jamais sonhados por eles. Massacrar judeus poderia ser um incômodo desagradável, maçante e estressante para alguns. E poderia ser até prazer para outros, fanatizados com a ideologia lunática da superioridade das raças de Hitler. Contudo, era algo compensável, já que a burocracia não pensa em outra coisa, senão em buscar status e mais status em órgãos públicos. Uma boa parte, senão a maioria dos alemães, talvez detestasse a idéia de crer que o seu governo estivesse massacrando os judeus. No entanto, o conforto material enganoso do Estado nazista parecia redimir o preço a ser pago por um grande crime. Quando Eichmamm foi interrogado num tribunal israelense, sobre os motivos de ter matado aquelas pessoas, aquele burocrata sonolento, submisso, insignificante, dizia que apenas recebia ordens. O protótipo do homem-massa, do senhorito arrogante, não contemplava outra coisa senão a obrigação de seguir a técnica e o oficio de um burocrata.

Em cada acadêmico tecnocrata pomposo e ativista, em cada burocrata voluntarioso, em cada funcionário público tapado, devemos ver sempre um potencial Eichmamm ou um Hoess, e ficarmos atentos. São “‘senhoritos satisfeitos’ e estupidamente arrogantes”. Os fascismos e demais socialismos têm muito a dever a esses tipos humanos. É a rebelião das massas sob o signo da falsa instrução e a falsa indignação moral, nivelando a cultura e os valores por baixo. E no final das contas, é tão somente o desejo de poder de pessoas medianas, incapazes de entender os dilemas graves de suas responsabilidades e os valores da civilização.

por adrianobombeirodf Postado em Gestão

Melhore seu rendimentos em todas as situações

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PASSOS PARA ENCURTAR OS TELEFONEMAS

1. Bloqueie as ligações de
telemarketing. Informe-se no
Procon (Fundação de Proteção
e Defesa ao Consumidor) se o
serviço está disponível. É bem
simples. Você acessa o site do
órgão do seu estado (o de São
Paulo, por exemplo, é www.
procon.sp.gov.br – basta
substituir a sigla sp pela do
estado em que você mora)

e se cadastra no serviço de bloqueio de recebimento de ligações de telemarketing. Ali, você pode incluir até cinco números de telefones dos quais nunca mais quer receber uma chamada. De acordo com o Procon, o bloqueio é efetuado 30 dias após o cadastramento.

2. Caminhe um pouco.
Caminhar e falar ao mesmo
tempo reduz os tempos de
chamada em até 50%, uma
vez que você acaba acelerando
a conversa. ALLEN ELKIN,
PSICÓLOGO AMERICANO
ESPECIALISTA EM
CONTROLE DO ESTRESSE

3. Vá direto ao ponto. Antes
de fazer uma ligação, saiba
exatamente o que pretende
com a conversa. Com isso, você
economizará até cinco minutos
por chamada. Se tiver que ligar
para aquela pessoa que adora
um papo, faça isso perto do
horário de saída do trabalho.
JEFFDAVIDSON,
ESPECIALISTA AMERICANO
EM GERENCIAMENTO

DO TEMPO

5 formas de administrar seu tempo

Escolha uma agenda. É impossível administrar o tempo com base na memória. Por isso, é preciso escolher uma ferramenta que centralize seus compromissos, tarefas, informações, metas e projetos. A escolha depende do seu estilo, não existe uma melhor ou pior. Se você for do tipo tradicional, as agendas em papel cumprem a função, mas há as eletrônicas também.

Planeje sua semana. No domingo (bem antes da hora de dormir), cheque sua agenda, veja tudo o que precisa fazer e o que é possível realizar durante a semana. Antecipe possíveis problemas (se você tem uma apresentação na quarta-feira, comece a pensar nela na segunda, para evitar surpresas). Agora, adicione as atividades cotidianas que deve fazer. Pense na duração de cada uma e deixe uma sobrinha para os imprevistos.

Fracione as tarefas grandes ou complexas. Temos a tendência de adiar trabalhos que exigem muito tempo e dedicação. O ideal é dividi-los em partes, evitando passar mais de três horas fazendo a mesma coisa. Isso ajuda a tornar a missão mais leve e eficiente.*

Marque a faxina. A bagunça é aliada da improdutividade. Planeje uma arrumação em casa e no escritório, mas jamais num dia só. As chances de você desistir no meio do caminho são altas. Use pastas etiquetadas para organizar a papelada.

*CHRISTIAN BARBOSA, CONSULTOR EM GESTÃO DO TEMPO E PRODUTIVIDADE EMPRESARIAL

Siga o líder. Observe como as pessoas que você admira administram seu tempo e imite algumas de suas práticas. Elas chegam mais cedo, mantêm uma agenda ou lista de tarefas? EMPRESA TOTAL SUCCESS TRAINING (INGLATERRA)

1.0 arquivista-relâmpago. Baixe o programa de busca de arquivos em desktop.google.com, que economiza o tempo gasto procurando mensagens e documentos antigos. GARY COOPER, UNIVERSIDADE DE LANCASTER (INGLATERRA)

2. Configuração UCa^">

por adrianobombeirodf Postado em Gestão